Hoje é 21 maio 2022

Cristiano Silveira questiona governo Zema no Assembleia Fiscaliza

Na reunião do Assembleia Fiscaliza, o deputado estadual Cristiano Silveira, questiona o governo Zema sobre o rateio do rateio do Fundeb, pagamento de servidores, perseguição a sindicalistas e indenização aos filhos separados de pais acometidos pela hanseníase.

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5 Comentário

  1. DONIZETE CUSTÓDIO RODRIGUES
    28 de janeiro de 2022 at 17:50 Responder

    obrigado Deputado Cristiano Silveira pelo mandato em assegurar nesta pauta nossos direitos humanos , ao menos pela dignidade e justiça ,Não abrimos mão dos Direitos humanos, pois éramos crianças, quando violentamente foram violados todos direitos humanos, destruíram nossa moral, nossa dignidade e toda nossa família, hoje superamos não pelas custas do Estado de Minas Gerais, mas por Deus e pelas dificuldade de superação de nós, amigos, e pessoas que nos ajudaram no nosso difícil caminho. Vamos até última instância buscar nossos direitos humanos. Força, fé e perseverança em Deus filhos separados pela hanseníase!!!!

  2. DONIZETE CUSTÓDIO RODRIGUES
    28 de janeiro de 2022 at 17:57 Responder

    obrigado deputado Cristiano Silveira!
    a). Indenização das pessoas em causa com vista à melhoria da sua condição social (lembrando que muitas padecem hoje de patologias do foro psíquico em consequência dos abusos que sofreram no passado)b) Desenvolver, em concomitância, uma política de memória, lembrando que o reconhecimento pelo Estado das memórias invisibilidade na construção da sua memória pública, é um fator determinante no próprio processo de democratização, pois implica o alargamento da esfera de reconhecimento a grupos sociais historicamente marginalizados.

  3. DONIZETE CUSTÓDIO RODRIGUES
    28 de janeiro de 2022 at 18:04 Responder

    donizetecustodiorodrigues
    nasci na Colônia Santa Isabel e fui transferido com dois dias até os 04; com 04 @nos fui transferido para o preventório São Tarcísio em Mário Campos, MG, depois transferido para a Sociedade Eunice Weaver em Belo Horizonte com 07 Anos e fui expulso aos 15 @os. para o olho da rua.
    Então tiveram compaixão de mim, me ofereceram um lar provisório até me superar na vida, quando não sabia o que fazer, pois não tinha senão a roupa do corpo e mais nada. Tentei voltar aos estudo e repetir a quarta série 5 vezes, pois tenho até hoje, problemas psicológicos e não durmo direito nem tomando remédio faz efeito.Esse valor pode ser confrontado com o relato de Donizete Custódio Rodrigues, filho de hanseniano. Até os 15 anos, ele já havia passado por três instituições, nas quais sofreu abuso sexual e vários outros tipos de tortura, sem falar em banho frio e alimentação inadequada. “Eu chorava à noite, sem pai ou mãe, sem direito a direitos. Muitos se suicidaram. Muitos foram vendidos e levados para fora do País”, relata. Aos 15 anos, Donizete foi colocado na rua, à própria sorte o receber os R$ 14 mil, praticamente o mesmo valor de uma indenização do seguro DPVAT, ele anotou que aceitaria como uma antecipação emergencial, mas sem dar quitação integral. Muitos, porém, assinaram o termo de quitação, se comprometendo, inclusive, a não buscar outras formas de reparação. Para os deputados Betão (PT) e Cristiano Silveira (PT), que solicitaram a reunião, é uma situação que precisa ser revista. “O valor não cobre o que sofreram. A violação do isolamento compulsório é invisibilidade”,

  4. Donizete Custódio Rodrigues
    10 de fevereiro de 2022 at 22:45 Responder

    Nós, filhos separados pela hanseníase, acreditamos que a Assembleia Legislativa está fazendo o trabalho no sentido que haja uma ampliação deste valor dando inteira dignidade e justiça aos filhos.

    1

  5. Donizete Custódio Rodrigues
    10 de fevereiro de 2022 at 22:47 Responder

    sou Vicente de Bambuí MG
    Vicente Paulo, também do Morhan, contou que a história de sua vida está relacionada às colônias e começou com os avós que se conheceram em uma. “Minha mãe foi acometida pela hanseníase e ficou em isolamento social por causa das sequelas, que causavam medo nas pessoas. Além do isolamento compulsório, havia o isolamento pessoal e fomos, nos anos 80, para a colônia de Bambuí”, relembra. Disse ainda que é uma questão grave o estado pagar uma indenização tão baixa, por tratar-se de uma “reparação por justiça, questões sociais e bens materiais, pois muitos abandonaram suas casas, permaneceram nas colônias, em situação de isolamento e de vulnerabilidade social”, lamentou. O coordenador do Morhan em Betim, Eni Carajá, disse que o justo seria uma pensão vitalícia, pois assim não haveria desamparo.